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Check-up cardiológico: quando começar e com que frequência fazer?
Prevenção Cardiovascular Cuidar da saúde do coração é importante em todas as fases da vida. Mas uma dúvida muito comum é: a partir de que idade devemos começar a fazer um check-up cardiológico? A resposta depende de diversos fatores, como histórico familiar, hábitos de vida, condições de saúde e presença de doenças cardiovasculares. A frequência das avaliações também não é igual para todas as pessoas. Entenda quando iniciar o acompanhamento, qual a periodicidade recomendada e

Dra. Fernanda Prestes
8 de out.3 min de leitura
Check-up cardiológico: por que fazer e quais são seus benefício
Prevenção Cardiovascular “Doutora, mas eu não sinto nada, será que preciso mesmo fazer esses exames?” Essa é uma das perguntas mais comuns no consultório. E a resposta é quase sempre sim: a doença cardiovascular costuma ser silenciosa por anos antes de dar o primeiro sinal — e, muitas vezes, esse primeiro sinal é grave. O check-up cardiológico existe exatamente para encontrar o risco antes que ele se transforme em um evento cardiovascular. Neste texto, você vai entender o que

Dra. Fernanda Prestes
8 de out.2 min de leitura
Reabilitação cardíaca
Pacientes com doenças do coração podem fazer exercício físico? Sempre que possível e com acompanhamento adequado, SIM! Na maioria das vezes, o exercício faz parte do próprio tratamento. Depois de um evento cardíaco, é comum o paciente sentir medo de fazer esforço. Alguns passam a evitar escadas, caminhadas, academia e até atividades simples do cotidiano. Mas ficar parado também pode trazer consequências: perda de condicionamento físico, redução da capacidade funcional, ganho

Dra. Fernanda Prestes
24 de set.3 min de leitura
Controle da Hipertensão Arterial: Dicas e Estratégias
O que é hipertensão arterial? A hipertensão arterial, popularmente conhecida como pressão alta, é uma condição em que a pressão do sangue nas artérias permanece persistentemente elevada. Quando não é controlada, ela silenciosamente aumenta o risco de complicações graves, como infarto, derrame cerebral (AVC) e outros problemas cardiovasculares. É por isso que médicos costumam chamá-la de "inimiga silenciosa": na maioria das vezes, não dá sintomas — mas os danos ao coração, aos

Dra. Fernanda Prestes
18 de ago.4 min de leitura
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